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sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

Sex

Olá, você está vivendo, com certeza o proveito das coisas visíveis te faz acreditar nisto. Dentre os prazeres conteporâneos, a visão é a mais excitada. Por ela os apetites são despertados, levando muitos ao delírio das cores. Uma pintura é o retrato do que o executor entende de sua visão. Muitos à primeira vista ficam encantados com o que perceberam da arte. Mas, às vezes isso não é tão fácil de assimilar. Algumas nuances podem não estar visíveis e captar sem entender, pode deixar a pessoa com o que não entendeu, encucada. O que foi passado pode não ter chegado à superfície, ficou introjetada, causando dúvidas, se a imagem retorna. Então, uma mulher pode conter segredos ocultos, como esta que está na imagem, com uma lua por trás, e nuvens nggras em torno dela, O prazer disto, está no belo, que ela passa, por ser uma figura atraente. Mas, a natureza, pode estar dizendo que existe algo de escuridão. Há que sinta sedução pela mulher e vá captar tudo do ambiente que a cerca, para ter um conhecimento à mais em sua existência material. Uma experiência pode começar com um apetite despertado. Uma sedução, pode não ser tão sexy assim.

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Vista



O X da questão. Parece uma variável intransponível em uma função trigonométrica. Um problema exponencial de tamanha grandeza que dói na vista, só de visualizar. Uma coisa que não cabe na cabeça de ninguém. A a abstração para resolver estas questões ambientais ou espaciais pode se tratar de uma alocação dificílima sobre muitos aspectos culturais. Ou seja nem todos tem o pensamento que possa entender um fim a ser alcançado diante de situações que nunca aconteceram. Uma icógnita tamanha, que nem todo processador de dados sem o auxílio da máquina que lhe dá sustento consegue dar uma solução que seja aconselhável dar crédito.

A natureza humana não admite "xis" ou "xizes", ela só gosta das coisas explicáveis, inteligíveis. No reino animal é diferente. Os problemas são mais fáceis de serem resolvidos, os fracos, os velhos, os doentes, os bebês e as femêas prenhas servem muito bem aos mais selvagens quando o assunto é alimentação. Os restos não precisam de tanto pensamento, a natureza do reino continua dando destino depois que os principais se fartaram. Aparecem outros devoradores. A decomposição começa a agir. Certos animais ja se prestam a estas coisas. E até se fartam também, diante dos restos do primeiro grupo. Aí restou algo ainda. Os bichos vão diminuindo em tamanho e importância, até ficarem bem minúsculos. Pode até ser que a função de seres microscópicos, invisíveis a olho nú, não fosse espalhar pragas no ambiente, apenas continuarem a limpeza e não deixarem restos carnais poluindo a natureza. Mas, diante do fato de o que lhe restou no ciclo ser apenas putrefação e doenças, e fazerem parte de uma natureza diferente da nossa, contam com ajudas de ventos, tempestades e trovoadas, para, com a ajuda destes multiplicarem as icógnitas. Assim tornam possível, o que mesmo, se eles pensassem, e ao contrário não estivessem agindo em conformidade com sua programação natural, talvez não objetivassem. Talvez estivessem apenas cumprindo uma função elementar. Será que deveria ter havido o início do processo? Bom, em se tratando de um mundo diferente do nosso, quem terá as chaves para o problema? Antes que alguma aldeia ou comunidade seja infesctada, contaminada? Quem resolve esta icognita natural? Nós, eu acho.





sábado, 11 de outubro de 2008

Você ja observou algo assim antes?

Alguma vez alguém foi presa de alguém, tu entende não é? Estamos todos em eminente risco de passar por uma situação parecida com essa. A vida segundo a teoria do evolucionismo de Darwin, explica que só os fortes triunfam, no reino animal. Verdade ou mentira, é mais ou menos isso que ocorre no reino dos homens. Só que os parâmetros desses acontecimentos são diferentes. No reino animal, trata-se de uma luta institiva pela sobrevivência, onde a vítima apenas serve da alimento protéico ao predador, uma questão básica e irracional, puramente institiva. Já no reino humano, a coisa difere, o homem desenvolveu vários meios para não precisar usar desse que vc observou acima, ela vive em sociedade, tem suas necessidades alimentares supridas por uma cadeia imensa, que chega em sua mesa sem ao menos ele saber de onde veio. Mas o que você viu, acontece de outra forma, muitas pessoas são comidas não por um ou alguns, mas pela organização social. Ela precisa se alimentar do trabalho e da força de pessoas que não sabem muitas coisas, ou seja, são mais fracas com relação aos doutores. Que pelo fato de ter conhecimento, escravizam os pobrezinhos, e fazem deles alimentos para a coletividade burguesa. Esses alimentos, produzem riquezas extraordinárias, que em torno de aproximadamente, 1% da população, mais forte se beneficia abundantemente. O que sobra e sobeja desse 1%, alimenta outra camada populacional, que presta enorme serviço a restrita primeira camada, fazem imensos favores, aos poderosíssimos 1%, controlando a massa escrava. O ciclo é mais ou menos assim, não se pode deixar de ter os alimentos básicos para fazer funcionar a máquina que precisa continuar executando as tarefas da imensa e cruel roda social. Então, a crueldade desta cena, pode não ser tão imensa, pelo fato do bicho apresentado ser irracional, não sabe o que faz, ja o outro dizendo que sabe, talvez faça pior, com seus semelhantes.