Rafael fazia faculdade de filosofia, estava à dois anos de concluir seu curso.
Conheceu uma aluna legal, Rafaela, ficou louco por ela.
Rafael ficava toda a semana ansioso pela chegada da noite de sexta-feira. Depois da aula, ia sempre à casa de Rafaela, aproveitar um dvd bem legal junto dela, comendo pizza e tomando refrigerantes.
Eles ficaram um tempo juntos, mas se separaram, foram so três meses de intensidade.
O rapaz após o fim do relacionamento caiu em desespero, começou à cair na noite, aproveitando tudo o que ele achava que era bom.
Numa dessas suas escapadas, ao atravessar uma rua, foi atacado, roubaram-lhe a carteira, eram dois meninos.
Os pirralhos eram bem pequenos.
Rafael ia comprar baseados para passar uma noite com uma mulher bem massuda que conheceu.
Ele estava ansiosíssimo para comprar os cigarros, pelos dois motivos.
Sentiu a falta do que aquilo ia fazer para ele e não contou conversa, correu doido atrás dos garotos.
Pegou o que estava com a carteira e o derrubou no chão. O outro menino fugiu numa carreira.
O garoto tirou uma faca, Rafael conseguiu tomar da mão dele e esfaqueou-lhe. O pirralho morreu.
Um cara que passava de moto devagar viu a cena, conhecia o garoto, freiou e avançou em Rafael.
O cara era bem forte, segurou ele. O amigo do cara desceu e pelo celular chamou a polícia.
Ao chegarem os policiais ouviram a estória dos dois, que entregaram Rafael a eles, junto com a faca ensaguentada.
- Esse homem é louco - disse o homem, deve ser um neo-nazista e ter raiva de pivetes. Pegou esse garoto que você vê aí sem vida, e o esfaqueou sem razão nenhuma - falou para o policial gritando.
- Isso é mentira, eles estão querendo me prejudicar - disse desesperado Rafael.
Rafael não sabia que os caras conheciam o garoto, e muito menos a polícia.
Levaram Rafael para a delegacia, que foi à julgamento e depois condenado.
Passou muitos anos preso. Perdeu o resto do gôsto que tinha pela vida. Sua única companhia era a lembrança do romance que teve com a sua dôce Rafaela.
Conheceu uma aluna legal, Rafaela, ficou louco por ela.
Rafael ficava toda a semana ansioso pela chegada da noite de sexta-feira. Depois da aula, ia sempre à casa de Rafaela, aproveitar um dvd bem legal junto dela, comendo pizza e tomando refrigerantes.
Eles ficaram um tempo juntos, mas se separaram, foram so três meses de intensidade.
O rapaz após o fim do relacionamento caiu em desespero, começou à cair na noite, aproveitando tudo o que ele achava que era bom.
Numa dessas suas escapadas, ao atravessar uma rua, foi atacado, roubaram-lhe a carteira, eram dois meninos.
Os pirralhos eram bem pequenos.
Rafael ia comprar baseados para passar uma noite com uma mulher bem massuda que conheceu.
Ele estava ansiosíssimo para comprar os cigarros, pelos dois motivos.
Sentiu a falta do que aquilo ia fazer para ele e não contou conversa, correu doido atrás dos garotos.
Pegou o que estava com a carteira e o derrubou no chão. O outro menino fugiu numa carreira.
O garoto tirou uma faca, Rafael conseguiu tomar da mão dele e esfaqueou-lhe. O pirralho morreu.

Um cara que passava de moto devagar viu a cena, conhecia o garoto, freiou e avançou em Rafael.
O cara era bem forte, segurou ele. O amigo do cara desceu e pelo celular chamou a polícia.
Ao chegarem os policiais ouviram a estória dos dois, que entregaram Rafael a eles, junto com a faca ensaguentada.
- Esse homem é louco - disse o homem, deve ser um neo-nazista e ter raiva de pivetes. Pegou esse garoto que você vê aí sem vida, e o esfaqueou sem razão nenhuma - falou para o policial gritando.
- Isso é mentira, eles estão querendo me prejudicar - disse desesperado Rafael.
Rafael não sabia que os caras conheciam o garoto, e muito menos a polícia.
Levaram Rafael para a delegacia, que foi à julgamento e depois condenado.
Passou muitos anos preso. Perdeu o resto do gôsto que tinha pela vida. Sua única companhia era a lembrança do romance que teve com a sua dôce Rafaela.
