A garotinha fria enrolada num cobertor marrom, sobre a rede em paus, dava o tom triste de uma esperança, na sua mamãe triste.
A sêca consome sonhos ainda hoje, na doença das faltas.
O resto do tudo para mim, foi ter visto uma mãe banguela, em prantos chorando um corpo, cheio de dentes novos.
O nordeste dista da Africa uma Índia, mas dos brasis está perto.
São diferentes, a "paixão" e o "sofrimento".
Não no nosso futebolesco Brasil dos estádios nacionais, cheio de negros famosos.
A negra sem seus dentes brancos chorava uma filha, solitariamente.
Os brancos com seus deuses, nem pensam nisso, nesta cena tão triste, além paixões.
A distância é do capital para o interior, dos brasileiros.
O oásis fica longe.
A dor está perto dos distantes.
Distantes de quem tá perto. Perto dos que estão longe.
Riquezas a negra não tinha.
A sêca consome sonhos ainda hoje, na doença das faltas.
O resto do tudo para mim, foi ter visto uma mãe banguela, em prantos chorando um corpo, cheio de dentes novos.
O nordeste dista da Africa uma Índia, mas dos brasis está perto.
São diferentes, a "paixão" e o "sofrimento".
Não no nosso futebolesco Brasil dos estádios nacionais, cheio de negros famosos.
A negra sem seus dentes brancos chorava uma filha, solitariamente.
Os brancos com seus deuses, nem pensam nisso, nesta cena tão triste, além paixões.
A distância é do capital para o interior, dos brasileiros.
O oásis fica longe.
A dor está perto dos distantes.
Distantes de quem tá perto. Perto dos que estão longe.
Riquezas a negra não tinha.
Tinha sentimentos, apesar da secura, de sua terra.
Ricos são secos e distantes, em capitais que abundam próximos.
Pobres estão perto e distantes das capitais ricas.
Os dentes faltantes, que eram brancos da negra, molhados de dor de lembranças, são diferenças.
Os brancos tem vermehos muitos nas bocas, entre os dentes que não tiram. Tiram deles os vermelhos abundantes que comem.
Mas os dentes abudantes, apesar dos vermelhos que comem, continuam brancos.
Ricos são secos e distantes, em capitais que abundam próximos.
Pobres estão perto e distantes das capitais ricas.
Os dentes faltantes, que eram brancos da negra, molhados de dor de lembranças, são diferenças.
Os brancos tem vermehos muitos nas bocas, entre os dentes que não tiram. Tiram deles os vermelhos abundantes que comem.
Mas os dentes abudantes, apesar dos vermelhos que comem, continuam brancos.
A mãe negra já não os tinha, apesar de faltar-lhe vermelhos.
A falta na negrinha foi do vermelho em seus branquinhos dentes, para mastigar.
A falta na negrinha foi do vermelho em seus branquinhos dentes, para mastigar.
A aliança que não tinha fez a mãe perder a sua negrinha.