Do mar da noite vinha, a brisa suave em Lucena.
Abro a janela contemplo a alegria da noite
Sinto o abraço de Lucena em mim
A praia aparecendo brilhante amarelada
Pescadores mulatos recolhendo redes secas do dia
Um semblante especial me repreende
Eu espelhado inquieto ja janela, na paisagem
Meus olhos estão cansados do sol
Meu rosto vermelho do sol
Minha boca rachada do sol
Fecho as paisagens, entro
Esfria a paisagem, a fecho
Minha janela descortina de noite
Tempo quente de sol
Sinto a brisa
Enxugando meu suor
Via o pescador só
Sem a rede que guardava na praia
A mesma paisagem da janela
Acordo e saio do quente lençol
Clareio a paisagem
De noite de pescador
Em paisagens de Lucena
Uma praia
Noite e dia
Passadas
Imagens residuais de um local distante.
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Uma praça bem iluminada no centro de uma metrópole, tinha um holofote que
apontava um cupido, por cima das copas das árvores, ao redor da imagem, no
alto...
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