A brancura da espuma quebrando na beira-mar sugere que o conteúdo da onda borbulha ao ser agitada em contato com a areia.
As dunas, que tantos admiram, não a sentem quebrando, em sua altivez. Só nas bases.
Elas estão elevadas em montes, carregadas para lá e para cá pelos ventos de todos os lados.
Este prazer de ser umidificada, e sentir a força contínua deste movimento, ela não tem.
Ela não sente o sal, que faz a espuma do mar no contato com o solo.
A duna, majestosa, com seus infinetésimos grãos de areia, é seca.
O banho que a torna assim, pode ser que seja a incidência causticante dos raios solares, que não permitem ela conter vegetações.
Se contesse o verde da terra, talvez não fosse levada pelos ventos, e não acumulariam tantos grãos, não cresceriam, se elevando acima do mar.
Isto é um pecado.
Uma natureza, despersonificada, numa coisa muito quente, que não pode resfriar.
O mar, com seu sal, torna dificíl a proliferação do verde, salgando-as.
Mas não é por sua causa (do mar - de forma direta, claro), penso eu, a falta de vida, das dunas.
A culpa mais direta são dos ventos que ao levarem partículas, do seu contéúdo às areias, mesmo elas sendo altas, as deixam sem vida, como são.
Uma coisa para mim, é uma natureza, outra coisa, é outra natureza.
A diferença existe, nestas duas formas naturais, de vida deste mundo, entre tantas outras.
Nós não comemos, pelo menos ainda, montes de areia.
Para quer serve tanto minério? Deve ser para dar grana, direta ou indiretamente, e financiar a nossa sobrevivência.
Quem gosta de olhar sua imensidão, paga para visitar regiões onde elas abundam, gerando receitas à coletividade, institucionalizadas ou não. Pessoas visitando-as, sentindo seu calor, em viagens diferentes, de que estão acostumadas e pertinho do mar, cumprem esta missão, financiando desenvolvimentos locais.
Então, isso é vida, para alguns. Para outros, parece morte, no seco.
As dunas, que tantos admiram, não a sentem quebrando, em sua altivez. Só nas bases.
Elas estão elevadas em montes, carregadas para lá e para cá pelos ventos de todos os lados.
Este prazer de ser umidificada, e sentir a força contínua deste movimento, ela não tem.
Ela não sente o sal, que faz a espuma do mar no contato com o solo.
A duna, majestosa, com seus infinetésimos grãos de areia, é seca.
O banho que a torna assim, pode ser que seja a incidência causticante dos raios solares, que não permitem ela conter vegetações.
Se contesse o verde da terra, talvez não fosse levada pelos ventos, e não acumulariam tantos grãos, não cresceriam, se elevando acima do mar.
Isto é um pecado.
Uma natureza, despersonificada, numa coisa muito quente, que não pode resfriar.
O mar, com seu sal, torna dificíl a proliferação do verde, salgando-as.
Mas não é por sua causa (do mar - de forma direta, claro), penso eu, a falta de vida, das dunas.
A culpa mais direta são dos ventos que ao levarem partículas, do seu contéúdo às areias, mesmo elas sendo altas, as deixam sem vida, como são.
Uma coisa para mim, é uma natureza, outra coisa, é outra natureza.
A diferença existe, nestas duas formas naturais, de vida deste mundo, entre tantas outras.
Nós não comemos, pelo menos ainda, montes de areia.
Para quer serve tanto minério? Deve ser para dar grana, direta ou indiretamente, e financiar a nossa sobrevivência.
Quem gosta de olhar sua imensidão, paga para visitar regiões onde elas abundam, gerando receitas à coletividade, institucionalizadas ou não. Pessoas visitando-as, sentindo seu calor, em viagens diferentes, de que estão acostumadas e pertinho do mar, cumprem esta missão, financiando desenvolvimentos locais.
Então, isso é vida, para alguns. Para outros, parece morte, no seco.
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